. OPORTUNIDADE - BK/27 contrata programador com experiência em PHP, MySQL e loja virtual.
A BK/27 visando ampliar sua capacidade de desenvolvimento de sites, está abrindo vaga para programador. Estamos procurando no mercado profissionais com experiência em programação web, com referências de sites já desenvolvidos em PHP, com MySQL ou outra tecnologia similar, inclusive lojas virtuais. Os interesados devem entrar em contato através do email bruno@bk27.com.br , enviando os endereços de sites e lojas virtuais que já tenham desenvolvido, além de seus currículos. Att. Bruno Luiz Mathoso
 
 
. Internet que fala será real em cinco anos, prevê IBM
Sexta, 28 de novembro de 2008, 16h47 A multinacional IBM liberou, esta semana, sua lista anual que prevê as cinco maiores inovações tecnológicas para os próximos cinco anos. Chamado Next Five in Five, o relatório mostrou, este ano, que já se pode esperar por um mecanismo de web que fala, inutilizando teclados e mouse. » Carros do futuro têm hélices e joysticks » Festival exibe tecnologias para um futuro próximo » Robôs do futuro serão inspirados nas baratas Será possível dizer ao Google o que pesquisar, em vez de digitar as palavras-chave, bem como responder e-mails e enviar textos de mensagens instantâneas por meio da fala. A expectativa mais nobre dessa previsão é facilitar a vida de pessoas deficientes. Na lista, a empresa inclui ainda novas placas para captar energia solar que poderiam se adequar a qualquer superfície, como as janelas de uma casa. As placas são transparentes e podem receber tinta. Outra novidade importante seria uma espécie de bola de cristal da saúde, em que o usuário poderia saber quais os riscos de doenças genéticas e hereditárias e também aquelas às quais não está sujeito, com base em análise de DNA. E para aqueles que sempre ficam indecisos na hora de comprar um presente, o assistente de compras digital seria perfeito. Esse gadget ajudaria o usuário a escolher presentes fazendo combinações e sugerindo novas peças. Para completar os cinco itens, a IBM também prevê uma tecnologia de lembretes automáticos. Um sistema inteligente seria encarregado de enviar para os usuários (por meio do celular, por exemplo) mensagens, lembrando a eles as tarefas a serem feitas durante o dia. O núcleo desse sistema seria baseado em uma tecnologia que analisa as conversas que os usuários têm no dia-a-dia e marca os compromissos a partir delas. De acordo com o Network World, a lista está ligada às expectativas da empresa sobre o que poderia mudar a vida dos humanos nesse curto período de tempo. "O Next Five in Five é baseado no mercado e nas tendências sociais que, estima-se, já estejam em curso para transformar nossas vidas, bem como em tecnologias emergentes dos laboratórios da IBM ao redor do mundo; (esses três fatores) podem tornar essas inovações possíveis", afirma a empresa em seu site oficial. É possível assistir a um vídeo que explica as cinco novidades previstas pela IBM por meio do atalho tinyurl.com/5gdhrp. Magnet Leia esta notícia no original em: Terra - Tecnologia http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3360278-EI4802,00.html
 
 
. BK/27 anuncia no Guia de Negócios e Serviços
A BK/27 veiculou anúncio de 01 página na edição de setembro do Guia de Negócios e Serviços, que é distribuído gratuitamente junto com as Revistas do Clube Curitibano e do Graciosa Country Club para os sócios.
 
 
. BK/27 agora é destaque no portal HagaH
A partir do mês de setembro de 2008 a BK/27 passou a ser destaque na área de internet, web design e demais nomenclaturas do segmento, através de anúncio no portal.
 
 
. Embratel cria opção de acesso à Internet para classe C
Quarta, 13 de agosto de 2008, 17h12 Atualizada às 18h29 Taís Fuoco A Embratel começa a oferecer, até setembro, uma opção de acesso à Internet com telefone para novos usuários de computador por 39,90 reais mensais. A medida é, segundo a companhia, uma forma de atingir a classe C, que graças a incentivos fiscais está conseguindo comprar seu primeiro PC. A companhia implementou uma rede de transmissão de dados móveis na região que pertencia à Vésper, empresa comprada pela Embratel no final de 2004 e que detinha licenças para as regiões da Telefônica (Estado de São Paulo) e da Oi . Guilherme Luiz Zattar, diretor executivo de negócios residenciais da companhia, conta que quando a empresa adquiriu o controle da Vésper recebeu junto o serviço comercializado sob a marca "Livre", de telefonia fixa sem fio, cuja base apontava 1 milhão de clientes. "Depois de "limpa", essa base de clientes caiu para entre 200 mil e 300 mil assinantes", já que havia um índice grande de inadimplência e mesmo de clientes que já haviam desistido, mas ainda eram contabilizados como usuários. Como a rede da época não permitia acesso à Internet, a Embratel deu início a uma reformulação, que envolveu a troca dos fornecedores e da tecnologia utilizados. A Ericsson, que forneceu a rede usada até então pela Vésper, foi substituída pela Nortel em São Paulo e pela Huawei na região da Oi (Sudeste, Nordeste e Norte do Brasil). Desde então, o total de clientes subiu para 1,7 milhão de usuários. A tecnologia implementada foi a 1XRTT, uma variação do CDMA que permite conexões à Internet a uma velocidade média de 144 Kbps. "Como a linha discada permite uma conexão de 50 Kbps, teremos uma opção três vezes mais veloz", compara o executivo. Segundo Zattar, feita essa reformulação, a Embratel decidiu criar um pacote que ofereça voz e Internet. A atual base de clientes, que hoje só utiliza voz, poderá contratar o serviço de acesso à Web por adicionais 24,90 reais. Em cerca de 20 dias, o pacote, batizado de Livre.com, começa a ser vendido em toda a região da Oi, menos no Estado do Rio de Janeiro, que assim como São Paulo só deve ter a opção "em três a quatro meses", de acordo com o executivo. Segundo ele, em duas semanas de testes feitos na capital paulista "a aceitação foi muito forte" e gerou a adesão de 7,5 mil potenciais clientes. À medida que os assinantes quiserem velocidades mais altas de banda larga, podem optar pelo Vírtua, da NET, de quem a Embratel é acionista minoritária e com quem tem uma parceria comercial. "Nossa idéia neste momento é mesmo atender a essa classe C emergente", afirmou o diretor. A rede "Livre" da companhia cobre 95 municípios nas áreas da Oi e da Telefônica. Reuters Reuters Limited - todos os direitos reservados. Clique aqui para limitações e restrições ao uso.
 
 
. Pesquisa sobre comércio eletrônico - TIC Domicílios 2007
Fonte: CETIC.br 2008 DESTAQUES 2007 O Estudo sobre Comércio Eletrônico da TIC Domicílios 2007 apontou que: • Quase a metade das pessoas que já utilizaram a internet declarou ter realizado pesquisas de preço de produtos ou serviços pela rede (45%) nos últimos 12 meses, demonstrando que a internet já se consolidou como ferramenta para comparação de custos; • A proporção de usuários de comércio eletrônico permaneceu estável entre 2006 e 2007, passando de 11% para os atuais 13%; • A prática do comércio eletrônico cresceu entre indivíduos de maior poder aquisitivo. Na classe A, a proporção de pessoas que realizou compras pela rede passou de 36% em 2006, para expressivos 52% em 2007; • Manteve-se estável o uso do comércio eletrônico entre indivíduos de classe C (8%), na qual se encontra o maior número de pessoas que já usaram a internet. Isso indica que o varejo pela rede só deslanchará quando estes internautas passarem a consumir bens e serviços por meio da internet; • Os produtos mais populares entre os internautas que realizaram compras pela internet em 2007 foram os equipamentos eletrônicos, como câmeras, telefones celulares e aparelhos de DVD, adquiridos por 41% dos adeptos do comércio eletrônico. Em segundo lugar ficaram os eletrodomésticos e produtos para a casa (27%), que em 2006 representavam o quinto produto mais consumido pela rede; CETIC.br 2008 Veja a pesquisa completa em http://www.cetic.br 2 • O cartão de crédito se firmou como forma de pagamento mais utilizada para a compra de produtos pela internet, passando de 49% em 2006 para 60% em 2007; • Em 2007, a principal barreira para o comércio eletrônico foi a preferência por comprar pessoalmente, motivo alegado por 57% daqueles que já usaram a internet, mas ainda não efetuaram uma compra online; • A proporção de indivíduos que já divulgou ou vendeu algum bem ou serviço pela internet em 2007 se manteve igual ao ano anterior, em 4%. Porém, entre indivíduos com maior poder aquisitivo, esse percentual dobrou no período, passando de 7% para 14%. Veja a pesquisa completa em http://www.cetic.br
 
 
. Crescimento da Internet
04/08/2008 Autor: Eduardo Favaretto Como a economia da reputação poderá transformar o dia-a-dia das empresas, a forma de concretizar e identificar novas oportunidades de negócios, baseadas na contribuição real e espontânea de milhares de pessoas.. Nunca houve um momento tão revolucionário no mundo como hoje. O conhecimento instantâneo, que os buscadores na Internet oferecem, igualou o acesso às informações - antes privilégio de profissionais bem informados - a qualquer usuário comum, amador. A “Era da Informação”, advinda da Internet, já não atende às necessidades de relacionamento concreto real entre pessoas e empresas. A imensa carga de conteúdo despejada diariamente nas mentes dos indivíduos ao invés de ajudar de forma prática, gera a dispersão de assuntos e gera ainda mais dúvidas para a tomada de decisões rápidas e certas. Nota-se uma migração quase imperceptível da “Era da Informação” para a “Era da Recomendação”. Agora quem está no comando de tudo são os usuários e consumidores. Eles já têm informações suficientes sobre o que querem e o que não querem, com a liberdade de escolha sem precedentes. Para acordar para o mundo pós-Internet, você precisará de novas ferramentas: aquelas que você sempre usou já não servem mais. O volume de informações disponíveis na Internet multiplica-se mês a mês, ainda sem um número estatístico mensurável – boatos sugerem que a Internet dobra de tamanho a cada nove meses. Segundo o “Dossiê Sobre a Indústria de Domínios na Internet”, editado em junho de 2008 pela Verisign, empresa da área de segurança de redes, Internet e telecomunicações, mais de 162 milhões de nomes de domínios já estão em uso no mundo. O Brasil já possui 1,4 milhões de registros, de acordo com o NIC.br. Em 2008, 41 milhões de brasileiros já usam a Internet, contra 60 mil em 1995. Antes de acesso exclusivo para profissionais, a disponibilidade de acesso à banda larga, os computadores domésticos, as câmeras de foto e vídeo digital e um arsenal de produtos de primeira linha baratearam seus custos e já estão disponíveis nas mãos dos amadores. Resultado: a produção de conteúdo explodiu nas suas mais diversas frentes (áudio, vídeo, artigos, textos, livros, notícias etc.) e já não é exclusividade das empresas especializadas em mídia. Amadores movidos pela paixão e pelo dom do conhecimento e estudo fragmentado, já fazem de seus blogs verdadeiros veículos de informação. Multiplicados aos milhares criam uma nova faceta para o próximo desafio da era da Internet: como conseguir a atenção de um número expressivo e crescente de seguidores? Como se adaptar a este novo momento da humanidade? A informatização do boca-a-boca já está turbinada digitalmente pelas chamadas mídias sociais. Segundo pesquisa do IBOPE / NetRatings, 18,5 milhões de brasileiros acessaram esses ambientes virtuais durante o mês de maio/2008. Um verdadeiro exército de seguidores digitais, agrupados de forma social, numa mobilização espontânea pelas recomendações e troca de informações, com o poder da Internet na ponta dos dedos. Se você pensa que o assunto só tem relação com o Orkut e afins, engana-se. Abra sua mente, atualize suas informações e passe a conhecer sites com conteúdos em português de: favoritos sociais (Delicious, Bloblogs Bookmarks, Brasilblogs), repositório de blogs (Technorati, Blogblogs, Infoblogs), redes de relacionamentos (Linkedin, Via6, Facebook, MySpace, Ning), nanoblogs (Twitter, Jaiku, Pownce), comunidades e fóruns segmentados (Peabirus, Grupos, InForum), artigos e notícias sociais (Rec6, Linkk, Dihitt, Outrolado, Overmundo), recomendação de conteúdo (Post Social, Addthis, Sharethis). O trem da história está passando. Suba logo num vagão e deixe também sua contribuição.
 
 
. Pela primeira vez mais da metade da população já teve acesso ao computador
Rogério Santanna dos Santos* - 04 de junho de 2008 Fonte: Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2007
Os dados da mais recente Pesquisa TIC Domicílios 2007 mostram avanços significativos no acesso ao computador e à Internet no Brasil e indicam que estão no caminho certo as políticas públicas desenvolvidas para inserção dos cidadãos brasileiros na sociedade da informação. Os números revelam o crescimento da banda larga nos domicílios e do número de internautas, bem como o aumento das aquisições domiciliares de computadores e a expansão do seu uso. Hoje, mais de 50% dos domicílios com acesso à Internet possui banda larga, um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Um percentual de 42% deles, no entanto, ainda se conectam à rede principalmente por modem via acesso discado e a pesquisa permite verificar que quanto mais baixa a renda, maior o uso deste tipo de tecnologia. Em 2006 o acesso discado era predominante com uma presença em 49% dos domicílios, enquanto as conexões em banda larga representavam 40% do acesso domiciliar. O número de internautas também cresceu seis pontos percentuais em relação a 2006, chegando a 34% em 2007. Os dados mostram que, pela primeira vez desde que o levantamento vem sendo realizado, mais da metade da população consultada já teve acesso ao computador. Um percentual de 53% dos entrevistados informou já ter usado um computador, sendo que 40% dos respondentes são considerados usuários, dado que informaram ter se utilizado do equipamento nos últimos três meses. Também houve um crescimento de quatro pontos percentuais nas aquisições domiciliares de computadores, que em 2007 estavam presentes em 24% das residências brasileiras. O crescimento mais expressivo da aquisição de computadores ocorreu em domicílios com renda entre 3 e 5 salários mínimos, nos quais a penetração passou de 23% para 40% no período. A proporção de domicílios com computador cresceu em todas as regiões de 2006 para 2007. Este aumento é maior nas regiões Centro-Oeste (de 19% em 2006 para 26% em 2007), Sul (de 25% para 31%) e Sudeste (24% para 30%). A proporção de domicílios com computador é menor nas regiões Norte (13%) e Nordeste (11%) e o crescimento do indicador nestas regiões também foi menor, ficando em 3 e 2 pontos percentuais, respectivamente. Esses números mostram claramente o impacto do Programa Computador para Todos do Governo Federal que reduziu a carga de impostos para possibilitar que a Classe C pudesse adquirir esse equipamento a custos menores. Os resultados dessa iniciativa serão ainda maiores nos próximos anos com o crescimento expressivo da classe C, que hoje já constitui metade da população brasileira, e reúne a grande maioria dos professores das escolas públicas. O Programa Computador para Todos alavancou a venda de computadores no país, que é hoje o maior mercado da América Latina, e muitas empresas estão instalando novas fábricas no país. As classes D e E não são o público-alvo dessa iniciativa porque os indivíduos que pertencem a estes segmentos não dispõem de renda suficiente para a aquisição de computadores, mesmo que a preços reduzidos. Para ampliar o acesso dessas classes sociais às tecnologias da informação e comunicação, temos incentivado o desenvolvimento dos centros públicos de acesso à Internet pagos ou gratuitos, sejam eles mantidos pelo Governo Federal, como por estados, municípios e Organizações Não-Governamentais. Para contribuir com o esforço de inclusão digital no país, a Secretaria de Logística e Tecnologia (SLTI) da Informação do Ministério do Planejamento também desenvolveu o Projeto Computadores para Inclusão. Essa iniciativa está recuperando milhares de computadores e equipamentos periféricos descartados pelo Governo e pelo setor privado. O seu destino são iniciativas de inclusão digital, como telecentros, escolas e bibliotecas. O projeto teve início em 2006, com a implantação de Centros de Recondicionamento de Computadores em Porto Alegre, Guarulhos e no Gama, na capital federal. Até fevereiro de 2008, os três centros já haviam recebido para recuperação 21.872 equipamentos entre computadores, monitores e impressoras, e doado 6.752 a 250 projetos de todo o país. Ainda em 2008 devem entrar em funcionamento os Centros de Belo Horizonte e de Niterói. Apesar dos esforços empregados no sentido de universalizar o acesso à Internet, há um grande contingente da população brasileira que ainda não dispõe de infra-estrutura de conexão à rede. Um dos dados que mais chamam a atenção na TIC Domicílios 2007 é o expressivo crescimento no uso de centros públicos de acesso pago em todas as regiões do país. O percentual de utilização nesses espaços subiu de 30% em 2006 para 49% no ano seguinte, passando à frente do acesso em domicílios que se manteve estável em 40%. Mesmo na região Centro-Oeste, onde se constatou um crescimento menos acentuado, mais da metade dos usuários informou usar lan-houses, Internet cafés, entre outros, para acessar a rede. A Região Norte apresentou o maior crescimento no uso desse tipo de local, 22 pontos percentuais em comparação com o ano anterior. Das pessoas que usaram a Internet nas Regiões Norte e Nordeste no último ano, 68% e 67% acessaram a rede em lan-houses. Esse número cai para 30% na Região Sul onde a renda média da população é maior e onde há maior cobertura de pontos de conexão à Internet por parte das operadoras de telefonia. A pesquisa também mostra que quanto menor a renda da população, maior é a utilização das lan-houses. Dos usuários de Internet com renda até 1 salário mínimo, 78% declararam utilizar a rede através de centros públicos de acesso pago. Esse número cai para 67% para os que têm renda entre 1 e 2 salários mínimos; 55% para os que têm renda entre 2 e 3 salários mínimos; 42% para os com renda entre 3 e 5 salários mínimos; e é de apenas 30% para os usuários com renda superior a 5 salários mínimos. Também é importante ressaltar que os centros públicos de acesso pagos são utilizados especialmente pelas pessoas com menor nível de escolaridade: 64% são estudantes de nível fundamental, 53% são de nível médio e 54% daqueles que completaram até a educação infantil freqüentaram lan-houses em 2007. Entre os usuários com ensino superior esse percentual cai para 27%. Esses dados permitem concluir que as lan-houses, o principal mecanismo de acesso à Internet para as classes E, D e C, suprem as necessidades de conexão para a população menos favorecida economicamente, que não é sensível a um incentivo financeiro porque não tem renda suficiente para adquirir um computador. Isso se justifica pelo baixo custo do período de acesso à Internet em comparação à aquisição de um computador. O papel desempenhado pelos centros públicos de acesso pago, especialmente nas Regiões Norte e Nordeste do país, por outro lado, também reflete a ausência de infra-estrutura de banda larga nessas regiões, onde vive a população de menor poder aquisitivo. O mapa da disposição da banda larga no Brasil mostra claramente que as Regiões Norte e Nordeste, cobertas pelo serviço da Oi/Telemar e onde vive a população de mais baixa renda no país, é também a que dispõe de menor serviço de acesso à Internet e a menor oferta de acesso de banda larga ADSL. Então, os centros públicos de acesso pago desempenham um papel importante ao levar a Internet às pessoas que não têm renda para adquirir um computador. Atento à necessidade de ampliar a situação de conectividade no país, o Governo Federal acordou recentemente com operadoras de telefonia fixa a troca dos postos de serviço telefônico pela ampliação da infra-estrutura de banda larga. Medida que vai ter uma repercussão significativa inclusive na ampliação do número de lan-houses, sobretudo em cidades do interior do Brasil, onde esses espaços são os principais mecanismos de acesso para a população. Se por um lado, a ausência do computador em casa não impede o uso das Tecnologias da Informação, também é evidente que a disponibilidade do computador no domicílio pode influenciar a freqüência e a intensidade de seu uso. Em função disso, o Programa Computador para Todos desempenha um papel essencial, mas também defendemos a necessidade, a exemplo do que o Governo Lula vem fazendo, da implantação de políticas públicas voltadas para melhoria da renda e da educação das pessoas. Essa é a maneira mais eficiente de ampliarmos a inclusão digital no país. Esse é o propósito do Programa Banda Larga nas Escolas, lançado pelo presidente no dia 8 de abril de 2008, que vai revolucionar a educação e o processo de aprendizagem no Brasil e mudar radicalmente o quadro de acesso às TIC, especialmente se levarmos em consideração que a maioria dos internautas brasileiros tem idades entre 10 e 24 anos. Essa iniciativa vai possibilitar que todos os alunos das escolas públicas do ensino fundamental e médio situadas na área urbana das cinco regiões do Brasil tenham acesso à Internet banda larga até o final de 2010. Isso representa uma cobertura de 83% dos alunos de escolas públicas matriculados em mais de 56 mil escolas da rede urbana do país pelos próximos 17 anos, conforme acordado com o Governo Federal pelas operadoras de telefonia fixa. A meta é que 40% das escolas públicas de educação básica previstas pelo programa tenham laboratórios de informática com Internet banda larga ainda em 2008. No ano seguinte, mais 40% das escolas serão beneficiadas e, em 2010, serão atendidas as 20% restantes. O serviço vai beneficiar 37,1 milhões de estudantes quando estiver plenamente implantado. Inicialmente será oferecida uma velocidade de 1 megabit e chegaremos em 2010 com uma velocidade de 2 megabits. Hoje, dos domicílios que têm acesso à Internet no Brasil, a maioria deles, 45%, dispõe de Internet com uma velocidade de apenas 128 kbps. Dos domicílios que têm acesso à Internet banda larga, 53% dispõe de uma conexão com uma velocidade de até 600 kbps. Apenas 19% têm velocidades superiores a isso. Das 142 mil escolas brasileiras, apenas 8% dispõe de Internet com velocidade superior a 512 Kbps. É para mudar essa realidade que criamos o Programa Banda Larga nas Escolas, com o esforço conjunto de diversos ministérios e órgãos do Governo Federal, em parceria com as operadoras de telefonia fixa. Entre eles: a Presidência da República, Casa Civil, Secretaria de Comunicação (Secom), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os Ministérios da Educação, das Comunicações, Planejamento e Ciência e Tecnologia. Acreditamos, portanto, que essa iniciativa vai elevar as condições de conectividade das escolas brasileiras aos patamares dos países mais desenvolvidos do mundo. Dados de 2006 mostram que 95% das escolas públicas da Dinamarca e dos Estados Unidos têm acesso à Internet banda larga. Esse número é de 89% na Suécia, 81% na Espanha e de 75% no Reino Unido e na França. Mas além de revolucionar o ensino no país, ao permitir que nossas crianças e adolescentes estejam familiarizados às novas tecnologias da informação desde o início de sua vida estudantil, também será possível massificar a banda larga e permitir que os cidadãos de todas as classes sociais tenham acesso à Internet. Esse esforço não está desvinculado da ampla capacitação aos professores no âmbito do Proinfo e do Plano de Desenvolvimento da Educação. O Programa Banda Larga nas Escolas vai elevar os níveis educacionais dos nossos alunos e colaborar também para a redução da pobreza e o conseqüente crescimento da classe média. Essa iniciativa vai permitir, sobretudo, que possamos compartilhar o conhecimento desenvolvido nas grandes metrópoles com os municípios do interior do Brasil. Esse esforço significativo para levar a Banda Larga a todas as escolas públicas até o final da gestão do Presidente Lula contribuirá, decisivamente, para a redução das desigualdades sociais, para a consolidação do processo democrático e para o desenvolvimento país. * Rogério Santanna dos Santos é Secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento e membro do conselho do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Como citar este artigo: SANTOS, Rogério Santanna dos. Pela primeira vez mais da metade da população já teve acesso ao computador. In: CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil). Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação 2007. São Paulo, 2008, pp. 35-39.
 
 
. Sites de Candidatos Políticos, os Registros .CAN já são mais de 5 mil
Convergência Digital - 02/08/2008 - [ gif ] Autora: Cristina de Luca Assunto: Domínios eleitorais Em apenas um mês, o Brasil já tem mais de 5 mil domínios .CAN registrados. O dobro dos dos 2,2 mil domínios realizados nas últimas eleições municipais, em 2004. E quase o dobro do total de registros .CAN feitos na última eleição presidencial e para governador, em 2006 (2.639), conforme demonstra pesquisa recém divulgada, realizada por estudantes de pós-graduação do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília com base em dados de eleições passadas. E tudo indica que este número ainda deve aumentar, pelo menos até meados de agosto, pouco antes do início do horário gratuito eleitoral no rádio e na TV, quando as campanhas realmente esquentam. E com a adesão à Internet de campanhas de candidatos a cargos minoritários. As estatísticas estão disponíveis em uma URL especial no site do Registro.br (http://registro.br/stat/can.br.html), segundo Frederico Neves, diretor de serviços e tecnologia do Registro.br, para não gerar inconsistências na base estatística de registros permanentes mantida pela entidade, uma vez que os domínios .CAN são temporários. Ficam no ar, em média, por quatro meses somente. Para fazer um registro .CAN o candidato precisa primeiro requerer o registro da candidatura na Justiça Eleitoral. E segundo Frederico, O registro.br aceita novos registros até a sexta-feira anterior ao dia da eleição, dia 3 de outubro. Já o parágrafo 3 do artigo 19 da Resolução 22.718/2008 do TSE determina que os registros .CAN sejam automaticamente cancelados após a votação em primeiro turno, com exceção aos relativos a candidatos que estejam concorrendo em segundo turno. E todos são automaticamente retirados do ar pelo Registro.br no fim do segundo turno, que nesta eleição acontece no dia 26 de outubro.
 
 
. Um país cada vez mais digital
Agência FAPESP - 30/07/2008 - [ gif ] Assunto: Indicadores O número de brasileiros que acessam a internet cresceu seis pontos percentuais em relação a 2006, chegando a 34% em 2007. Dos domicílios no país, 24% já contam com computador. Os dados são da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil 2007, publicada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Iniciada em 2005, a nova edição da pesquisa apontou pela primeira vez que mais da metade (53%) da população consultada disse ter usado computador, dos quais 40% nos últimos três meses. Foram feitas entrevistas em 17 mil domicílios em zonas urbanas, com pessoas a partir de 10 anos de idade. O crescimento mais expressivo da aquisição de computadores ocorreu em domicílios com renda entre três e cinco salários mínimos, nos quais a penetração passou de 23% para 40% no período. A proporção de domicílios com computador aumentou em todas as regiões do país. Mais da metade dos domicílios com acesso à internet têm banda larga, um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Mas 42% ainda têm acesso discado. Das casas com acesso rápido, em 12% a conexão é usada por mais de um computador. A pesquisa também ressalta o expressivo crescimento no uso de centros de acesso pago, como as lan houses ou internet cafés, que pulou de 30% em 2006 para 49% no ano seguinte. Quanto menor a renda da população, maior é a utilização desses espaços. Dos usuários de internet com renda de até um salário mínimo, 78% disseram utilizar a rede por meio desses centros de acesso pago. O acesso no trabalho foi apontado por 24% dos entrevistados. “Se por um lado, a ausência do computador em casa não impede o uso das tecnologias da informação, também é evidente que a disponibilidade do computador no domicílio pode influenciar a freqüência e a intensidade de seu uso”, apontou Rogério Santanna dos Santos, secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento e conselheiro do CGI.br, em artigo no relatório. O secretário destacou o programa Banda Larga nas Escolas, lançado em abril e que pretende oferecer, até o fim de 2010, acesso rápido à internet a todos os alunos das escolas públicas do ensino fundamental e médio situadas na área urbana das cinco regiões do Brasil. A publicação do Cetic.br destaca também o elevado uso das tecnologias de informação pelo setor privado brasileiro, especialmente entre empresas de grande porte, das quais 95% têm computadores e 92% têm acesso à internet. Destaque para o crescimento das redes sem fio nas empresas, que passou de 18% em 2006 para 28% no ano seguinte. O número de companhias que usou a internet para aquisição de bens e serviços chegou a 64%. Dos entrevistados, 66% disseram ter usado telefone celular nos três meses anteriores. O uso foi alto em todas as faixas de renda, com 48% entre os que ganham menos de R$ 380 por mês e 84% entre os acima de R$ 3,8 mil. A Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil 2007 pode ser baixada em formato pdf no endereço www.cetic.br/tic/2007/indicadores-cgibr-2007.pdf.