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JOVENS NO COMANDO

Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / Bruno, 25 anos, e Gisleine, 26, economizaram e em menos de dois anos compraram um apartamento com três quartos  

Bruno, 25 anos, e Gisleine, 26, economizaram e em menos de dois anos compraram um apartamento com três quartos

Jovens no comando

Pesquisa aponta que moradores de Curitiba entre 21 e 39 anos são os maiores compradores, e que estão dispostos a pagar até R$ 300 mil pela residência

Comprar um imóvel em pouco tempo, de preferência apartamentos com dois ou três quartos, ou mudar para uma casa maior. Essas são algumas das preferências do curitibano apontadas pela pesquisa feita pela Brain Bureau de Inteligência Corporativa durante a Feira de Imóveis da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) deste ano. De 1.084 pessoas ouvidas, 27% pretendem comprar um imóvel nos próximos 12 meses e 21% ainda antes, nos próximos seis meses.

“Comprar um imóvel hoje é muito mais fácil. Os prazos e taxas de financiamento são variados e Curitiba oferece boa oferta de produtos atendendo a todos os nichos do mercado. O poder de compra também está muito melhor que anos atrás”, afirma Gustavo Selig, presidente da Ademi-PR. Apesar destas facilidades, 62% dos entrevistados procuram por imóveis entre R$120 e R$ 300 mil no máximo. Isso pode exigir uma procura um pouco maior, pois a média do valor do metro quadrado na cidade está em alta (passou de R$ 1.058 em 2003 para R$ 2.773 em 2010).

Para o economista e diretor da Brain Fábio Tadeu Araújo existem dois públicos compradores: os que estão saindo da locação para o seu primeiro imóvel, geralmente de menor valor, e os consumidores de classe média, que têm maior poder de compra e saem da casa dos pais direto para o imóvel próprio, geralmente mais caro.

A pesquisa mostra também que 90% dos entrevistados buscam imóveis com dois ou três quartos. A escolha depende do valor a ser pago, mas há uma movimentação grande no mercado onde a troca por outro imóvel maior se tornou frequente. “Os chamados up grades de residência são cada vez mais comuns. As pessoas compram imóveis menores e, assim que possível, trocam por outros maiores. Isso é facilitado pelo financiamento, que não é impeditivo para este tipo de negócio. Por isso 30% dos entrevistados colocaram como motivo de compra nos próximos meses trocar sua residência atual por uma nova e maior”, afirma Araújo.

É o caso do coordenador de manutenção Ricardo, 32 anos, e da dona de casa Débora de Jesus, 30 anos. Quando se casaram foram morar em um pequeno apartamento de 56 metros quadrados e dois quartos no bairro Pinheirinho. Quando a esposa ficou grávida do segundo filho, Ricardo viu que era hora de mudar. “Nós queríamos um sobrado, em condomínio fechado e três quartos para acomodar melhor as crianças. Achamos rapidamente este, que tem 160 metros quadrados”, conta Ricardo que, além da facilidade da transferência do financiamento, teve seu imóvel antigo bastante valorizado. “Compramos por R$ 44 mil e vendemos por R$ 120 mil”. Hoje o casal já está de olho em outra mudança e procura por um sobrado com quintal e espaço para as crianças brincarem e ganharem o sonhado cachorrinho.

O público jovem

Os resultados da pesquisa trouxeram ainda a confirmação de algumas informações que já circulavam no meio imobiliário. “Tivemos a certeza do poder de compra do público jovem, que está adquirindo imóveis e investindo mais cedo em seu patrimônio”, afirma Selig. Isso porque 71% dos entrevistados tinham entre 21 e 39 anos. Esse público prefere apartamentos com dois ou três quartos e valores entre R$ 120 e R$ 300 mil. É o caso do assessor de marketing Bruno Macarini e da empresária Gisleine Macarini, com 25 e 26 anos, respectivamente.

Eles planejavam guardar dinheiro por dois anos para comprar um imóvel que estivesse dentro das suas exigências. Mas conseguiram fazer a poupança antes do previsto e encontraram uma boa oportunidade de compra. “Nós queríamos um apartamento que oferece mais segurança, em uma boa localização e com espaço”, comenta Bruno. Encontraram no Atuba um imóvel de 82 metros quadrados, com fácil acesso ao centro da cidade, duas vagas de garagem, três quartos e uma suíte. “Demos 40% de entrada e financiamos o restante. Estamos satisfeitos e só sairemos daqui se nossa família crescer muito”, conta Bruno.

Para Gustavo Selig, o poder de compra do público jovem tem forçado as construtoras a mudar o perfil de alguns imóveis. “Os jovens possuem vida social ativa e fora dos condomínios. Por isso eles se interessam mais pela localização do imóvel do que pelos itens de lazer que ele possa oferecer. Neste caso os condomínios-clube, por exemplo, ficam fora da área de interesse deste público”, completa presidente da Ademi-PR.

 

Fonte da reportagem: 11/12/2011 | 00:12 | Renata Sguissardi Rosa, especial para a Gazeta do Povo.

 
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